terça-feira, 31 de julho de 2012

Oi gente!
Faz tanto tempo que não apareço por aqui que acredito que perdi a mão até pra uma despedida decente. 
Pois é, despedida...

Depois de quase cinco anos, e cinquenta publicações (pois é, eu também me impressionei, mas não é tanto assim) acredito que O Banquete do Trimalquio chegou ao fim.

Aqui, dividi com vocês, anônimos ou não, algumas das coisas mais íntimas do meu coração. Tanta expectativa, felicidade, tristeza, solidão e a melhor, na minha opinião, a capacidade de criar, recriar e imaginar, que enfim, todos temos.

Tentei oferecer, como num lauto banquete, aquilo que julguei ser o mais belo e o mais verdadeiro que eu fosse capaz de criar. Espero que de alguma forma eu tenha podido tocar, por mais momenteâneamente que tenha sido, algum de vocês.

Sinto que agora a minha vida toma outros rumos, com novos planos, novas expectativas, mas sempre o mesmo coração. Talvez um dia eu volte, com um novo banquete, tão mais sortido, tão mais rico, mas tão verdadeiro quanto.

Um beijo.

"O gênio é filho da frugalidade.
Tu, cujo orgulho aspira à imortalidade,
Deves fugir de lautos banquetes, de luxos pérfidos.
Os vapores de Baco ofuscam a razão,
E a rígida virtude, diante do vício feliz,
Teme inclinar a cabeça.
"
Petrônio, Satyricon
 

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